Campeão mundial pelo São Paulo diz se arrepender de tatuagens: 'Fiz bêbado'

Cicinho teve problemas com o álcool durante sua carreira no futebol

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O lateral direito Cicinho foi um dos grandes personagens do São Paulo nas conquistas da Libertadores e do Mundial de Clubes, em 2005. Poucos meses depois, estava disputando uma Copa do Mundo pela seleção brasileira e defendia ninguém menos do que o Real Madrid. Isso até poderia parecer um sonho, mas realmente aconteceu com o atleta. E foi negativa para ele, que se envolveu com bebidas e se arrepende de muita coisa que fez.

"Eu me sinto incomodado com tatuagens, eram feitas sob o teor alcoólico. Eu bebia porque odeio dor. Eu me escondia nisso, achava que a tatuagem ia me trazer paz. Que nada. Imagina com 60 anos, comendo biscoito, cheio de tatuagem", disse o atleta, em entrevista ao "Aqui com Benja", da Fox Sports. "Sou arrependido demais e aconselho a não fazerem. Isso derrama sangue, não cura ninguém da depressão. Corre risco de dar mais depressão. Me acho horroroso", prosseguiu.

Além das tatuagens, Cicinho se arrepende muito dos rumos que levou na carreira e, depois do início meteórico, entrou em "queda livre" e, apesar de se recuperar um pouco, nunca mais conseguiu repetir o bom desempenho. "Eu era alcoólatra porque não conseguia beber um copo de cerveja. Ou bebia até cair, ou não bebia. Quando cheguei ao Real, as coisas saíram do controle. Aqui (no Brasil) eu bebia muito, mas não era da noite. Jornalista me via bebendo, mas como a fase era boa, maquiava a situação", completou ele, que está com 36 anos e atualmente está sem clube. Sua última equipe foi o Sivasspor, da Turquia.

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