Futebol encosta no beisebol como esporte favorito dos EUA; FA lidera com folga

Popular no Brasil e na Europa, esporte projeta crescimento futuro, já que possui grande preferência entre os mais jovens

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Os investimentos em infraestrutura e publicidade no futebol tem dado resultados nos Estados Unidos e hoje a modalidade é quase tão popular quanto o beisebol, esporte considerado "o passatempo oficial da América". 

Segundo pesquisa realizada pela empresa Gallup, com homens e mulheres a partir de 18 anos, o futebol é o esporte preferido de 7% dos americanos, contra 9% do beisebol. O líder disparado é o futebol americano, com 37%, bem à frente do basquete, com 11%. 

 

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Além do crescimento atual, o futebol também tem projeções de aumentos futuros. Isso porque sua maior taxa de popularidade foi registrada nos torcedores de 18 a 34 anos, isto é, os entrevistados mais jovens. Nesta faixa etária, o esporte ficou empatado com o basquete na segunda colocação, ambos com 11%, à frente do beisebol, com 6%. 

Na comparação entre os sexos, o futebol ainda é o último colocado na preferência masculina, com 6%. O beisebol, por outro lado, fica na segunda posição, com 10%, à frente do basquete, com 9%, e atrás do futebol americano, com 42%. 

No entanto, entre as mulheres, o futebol já igualou ao beisebol na terceira colocação, com 8%. Para elas, o segundo preferido é o basquete, com 13%, e o líder, o futebol americano, com 32%. 

 

 

QUEDA DO FUTEBOL AMERICANO

O futebol americano é escolhido como o preferido do país desde 1972. Sua maior pontuação foi em 2006 e 2007, quando foi escolhido por 43%. Desde então, caiu para 39%, em 2013, e 37%, em dezembro de 2017.

Para a Gallup, um dos fatores que podem explicar a queda recente na popularidade do futebol americano são as polêmicas envolvendo os protestos dos jogadores da NFL durante o hino nacional do país e a reação dos políticos contra isso. Outro motivo apontado é a confirmação dos riscos e efeitos colaterais à saúde que a prática do esporte causa acarreta. Os recorrentes casos de violência doméstica por parte dos atletas da NFL também estão entre as razões pelo decréscimo.

A pesquisa foi realizada entre 4 a 11 de dezembro de 2017 através de pesquisas por telefone com 1,049 adultos maiores de 18 anos espalhados pelos 50 Estados americanos e o Distrito de Columbia. Segundo a empresa, a margem de erro é de 4%, com nível de confiança de 95%. 

 

 

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