Kazim marca e honra a tradição de talismã no Corinthians

Atacante faz torcida relembrar de Lance, Geraldão e Tupãzinho

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O atacante Kazim encerrou um jejum de nove meses sem marcar um gol, ao garantir a vitória do Corinthians, sábado à noite, na Arena Corinthians, sobre o Avaí. Mais importante que a vitória foi o fato de que o time alvinegro ficou a apenas uma vitória do heptacampeonato brasileiro.

 

Com isso, Kazim manteve uma tradição do clube do Parque São Jorge, que sempre conta com um talismã em momentos complicados. E do jeito que a torcida gosta. De peito, meio sem jeito, na raça.

Na década de 70, o meia Lance sempre era uma boa opção no banco de reservas para entrar no segundo tempo e reverter um resultado ruim. Sua boa impulsão e colocação na área adversária  eram as armas.

Geraldão, que fez parte do time histórico campeão em 1977, era garantia de gols contra os arquirrivais Palmeiras, São Paulo e Santos.

Nos anos 90, a sorte ajudou muito o meia Tupãzinho, autor do gol do primeiro título brasileiro, diante do São Paulo. Franzino, o meia se transformava em um gigante no gramado.

O feito de Kazim lembrou 2011, quando Cachito e Adriano, repleto de problemas dentro e fora de campo, marcaram importantes gols diante do Atlético-MG, no Pacaembu, na vitória por 2 a 1. O gol do Imperador praticamente o título. Assim como fez Kazim.

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