Neymar em alta: como jogadores influenciam na escolha do nome de bebês

Jogador do PSG não gerou só um 'baby boom' no Brasil, mas também na Bolívia

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Não é de hoje que grandes craques brasileiros acabam inspirando nomes de bebês. Neymar, como se pode imaginar, foi um deles. O jogador do Paris Saint-Germain, no entanto, não gerou só um "baby boom" no Brasil, mas também na Bolívia. Dois em casa dez casais de La Paz escolheram esse nome em 2013, quando o atacante do Santos estava prestes a partir rumo a Barcelona.

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Nascido em 1992, Neymar, o craque brasileiro da seleção e do Paris Saint-Germain, foi o único bebê registrado com esse nome no país naquele ano. No entanto, a reportagem do Uol mostra que o nome do jogador começou a se espalhar pelo país já em 2009, ano de estreia de Neymar pelo Santos, quando outras duas crianças homônimas foram registradas nos cartórios.

Nesta semana mesmo uma estrela do Arsenal respondeu uma família da Índia que o homenageou no nome de seu filho. Sócrates, Zenon, Rivelino e Amaral também já foram agraciados. Todos eles por um único pai, que deu o nome de seus quatro filhos de jogadores que atuaram pelo Corinthians entre a década de 1970 e 1980. Mas e se um casal optar por dar o nome de seu filho de Yago Pikachu, homenageando o lateral vascaíno? 

De acordo com a Arpen (Associação dos Registradores de Pessoas Naturais), caso o cartório interprete que o nome vai causar algum incômodo para a criança no futuro, ele encaminha o pedido para a corregedoria responsável por fiscalizar a atuação dos cartórios. 

Cristiano Ronaldo, Zico, Rogério Ceni, Romário e Messi também já foram bastante homenageados. Em meados de 2014 a opção "Messi", por exemplo, chegou a ser barrada por um diretor de registro civil de Rosário, cidade natal do craque do Barcelona. Tudo para evitar um boom de Messis. 

Fica a dica

Eventos como a Copa do Mundo têm potencial enorme para inspirar a escolha de nomes para recém-nascidos. O sucesso de Romário com a seleção brasileira em 1994, por exemplo, fez surgir nada mais nada menos que 1.640 novos "Romários" só naquele ano.

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