Erros bizarros fazem França suspender tecnologia na linha do gol

Sistema que não requer monitoramento humano, ao contrário do árbitro de vídeo, vinha apresentando vários erros

A França suspendeu definitivamente em seus estádios o uso da tecnologia de monitoramento da linha do gol, com câmeras - um sistema precursor do VAR, o árbitro de vídeo, hoje já popular em diversos países.

De instalação mais barata e muito mais que o VAR, o sistema de análise da linha do gol também não requer participação humana nem interpretações. Mas a Liga de Futebol Profissional (LFP), entidade que comanda a Ligue 1, o Campeonato Francês da primeira divisão, decidiu tirar de campo o sistema GoalControl, baseado em câmeras, após vários erros grotescos e, em alguns casos, conflitos com o próprio árbitro de vídeo.

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Segundo um levantamento feito em reportagem do portal UOL, na partida entre Paris Saint-Germain e Amiens, o GoalControl não apontou um gol do time de Neymar - e ele só foi marcado porque o VAR também estava em uso nessa partida. 

Já no jogo entre Angers e Montpellier, pelas quartas de final da Copa da Liga, aconteceu o inverso. O relógio do árbitro, que o alerta para a entrada da bola, vibrou em um momento no qual o gol não aconteceu. E o juiz também "expulsou" a tecnologia, deixando-a de fora do segundo tempo.

Em dezembro, no jogo entre Troyes e Amiens, depois de mais uma falha, o árbitro levou nove minutos discutindo chegar à conclusão de que não havia sido gol. Mais um caso bizarro ocorreu na partida entre Rennes e Caen - a bola claramente não entrou e o juiz chegou a dar gol, mas voltou atrás.

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Segundo analistas, a tecnologia francesa usa a análise das frames dos vídeos, e as cores dos uniformes dos jogadores acabam confundindo o sistema. Agora, a LFP pode decidir pela quebra definitiva do contrato com o GoalControl.

O sistema usado na Bundesliga e na Premier League, o Hawk-Eye, funciona de maneira semelhante, mas não apresenta erros.

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