Tévez não gosta de comida local e 'passa fome' jogando na China

Argentino, que atua no Shanghai Shenhua, da China, é o jogador mais bem pago do mundo, mas tem tido dificuldades na alimentação e na comunicação

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O atacante argentino Carlitos Tévez pode ser o jogador mais bem pago do mundo, mas está "passando fome" em sua temporada chinesa, onde defende o Shanghai Shenhua. 

Segundo o técnico do argentino, Gustavo Poyet, declarou ao diário Olé, Tévez não gosta de nenhuma comida tipicamente chinesa, além de não falar sequer uma palavra em mandarim e "necessita de tradutor o tempo todo".

"Carlitos não come nada. Na semana passada, fizemos pela primeira vez um churrasco com Guarín, Gio Moreno e Tévez. Fora disso, custa muito a ele se acostumar com a comida chinesa", afirmou o treinador.

A "tranquilidade" da qual precisa Tévez para atuar vem da família, que o acompanha na China, diz Poyet. E também do dinheiro que embolsa: na equipe chinesa, ele recebe o maior salário do  mundo da bola na nova equipe.

São 615 mil libras (R$ 2,5 milhões) por semana - ou cerca de 32 milhões (R$ 129 milhões) a cada um dos dois anos de contrato com o Shanghai.

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