'Vão tomar um chute no traseiro', diz presidente da Portuguesa a jogadores

Alexandre de Barros não esconde a insatisfação com o time que está disputando a Série A-2

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A crise da Portuguesa parece eterna. Depois de seguidos vexames e rebaixamentos após o "Caso Héverton", o clube ainda enfrenta o risco de perder o seu estádio, o Canindé, que pode ir à leilão. Atualmente na zona de rebaixamento para a Série A3 do Paulistão, correspondente à terceira divisão do estadual, o presidente do clube não parece estar ajudando os jogadores da equipe a se esforçarem para evitar uma nova queda e, com a competição em andamento, já crava: todos serão mandados embora ao fim do torneio.

"Quem tem culpa é quem contratou os jogadores, que sou eu. Eu contratei porque, pela peça orçamentária nossa, era o que cabia. Eu não posso vir a público dizer de fulano, ciclano e beltrano. E é óbvio que, quando terminar o Paulista, eles vão tomar um chute no meio do traseiro bem dado. E eles já sabem, pois eu sou franco com eles. Dentro do vestiário e da reunião com eles, falo para cada um que não está correspondendo. Agora eu não posso vir a público e dizer isso", disse Alexandre de Barros, em entrevista à Equipe Líder, da rádio Tropical.

Atualmente com 10 pontos em dez jogos disputados, a Portuguesa está na 15ª posição da tabela. Ainda vislumbrando uma recuperação, o presidente chamou a torcida para comparecer ao Canindé na próxima segunda-feira, quando a equipe enfrenta o Rio Claro, atual segundo colocado e que ainda não perdeu na competição.

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