Fim do uso das 'grid girls' na Fórmula 1 abre polêmica sobre feminismo

Novidade começa a valer a partir do GP da Austrália, no circuito de Melbourne

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A Fórmula 1 anunciou o fim do uso das "grid girls" nesta quarta-feira. A novidade sobre a abolição desfile, que foi um elemento básico dos GPs por décadas, gerou uma grande polêmica sobre feminismo nas redes sociais.  

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Após assumir o controle da Fórmula 1, a Liberty Media decidiu criar uma série de mudanças para se aproximar dos fãs da categoria. Sobre a nova decisão a empresa explica: "Sentimos que esse costume não está de acordo com os valores da nossa marca e claramente está em desacordo com as normas da sociedade moderna. Não acreditamos que a prática seja apropriada ou relevante para a Fórmula 1 e seus fãs, antigos e novos, em todo o mundo", disse o gerente de operações comerciais, Sean Bratches.

Com a novidade, os internautas não pouparam comentários e muitos participaram de debates. Em sua maioria, os fãs não aprovam a decisão e afirmam que "muitas mulheres vão perder seus empregos para atender o feminismo". 

"Não estou feliz com a saída das grid girls, elas estão ali porque fazem parte do espetáculo e na F1 as modelos estão ali porque é a profissão delas", "mais uma vitória da minoria chata, barulhenta (e muito bem financiada) em sua ânsia de plastificar o mundo", "as 'grid girls' perdem seu emprego na Fórmula 1. Essa é mais uma prova do bem que o feminismo faz às mulheres e do quanto as feministas amam mulheres jovens e bonitas. Para que esse tipo de coisa continue acontecendo, apoie você também o feminismo", escreveram alguns dos internautas.

A prática já não acontecerá a partir do início do próximo campeonato da Fórmula 1, previsto para começar em 25 de março, com a realização do GP da Austrália, no circuito de Melbourne.

Veja a repercussão:

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