Sem danos por terremoto, circuito mexicano ganha aval para receber a F-1

Autódromo Hermanos Rodríguez voltou a sediar um Grande Prêmio após 23 anos

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O Autódromo Hermanos Rodríguez, na Cidade do México, que em 2015 voltou a sediar um Grande Prêmio de Fórmula 1 após 23 anos, passou nesta terça-feira por vistoria que não constatou danos decorrentes do violento terremoto de magnitude 7,1 na escala Richter ocorrido na capital mexicana em setembro do ano passado.

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"As condições do solo no México se modificam, mudam e rompem. Nós demos garantia de dois anos, e no terceiro seria necessária uma manutenção. Por sorte, estamos entrando no quarto ano e tudo está funcionando bem. Até ao terremoto (o autódromo) sobreviveu", disse o engenheiro alemão Christian Epp, encarregado da remodelação do local.

O terremoto de 19 de setembro de 2017 não afetou a pista. No entanto, o engenheiro alemão explicou que, em situações assim, não há estrutura que garanta o bom estado do traçado. Nesta terça, o engenheiro realizou um percurso pelo circuito de 4,3 km de extensão, que em 28 de outubro sediará a 19ª etapa do Mundial de Fórmula 1.

Desde a sua construção em 1959, até o momento, a pista do Autódromo Hermanos Rodríguez já teve mais de 40 configurações diferentes para poder receber corridas internacionais como da Champ Car, da Nascar Series e 18 provas de F-1, que exigiu a reforma mais recente, em 2014.

Desde a volta ao calendário da principal categoria do automobilismo, o México ganhou nesses três anos o reconhecimento como o melhor evento do calendário. "É muito raro de acontecer. Isso se deve apenas à experiência fantástica vivida pelo espectador", analisou Epp./ EFE

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