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‘Deixa Ela Trabalhar’: jornalistas esportivas se unem contra o machismo

Neste domingo, (25) o assunto mais falado das redes sociais não foi sobre um jogo específico, mas sim o lançamento de um manifesto. A campanha intitulada “Deixa Ela Trabalhar” tem como o objetivo lutar contra o assédio moral e sexual sofrido pelas profissionais que trabalham com esporte nos estádios, nas ruas e nas redações.

A iniciativa é de 52 jornalistas, entre apresentadoras, repórteres, produtoras e assessoras de vários veículos e emissoras. A gota d’água foi o episódio em que Bruna Dealtry, do Canal Esporte Interativo, foi beijada por um torcedor vascaíno durante uma transmissão ao vivo. Três dias antes, em Porto Alegre, um torcedor do Inter insultou e agrediu, fisicamente, a repórter Renata Medeiros, da Rádio Gaúcha.

Depois disso um grupo de Whatsapp foi criado e a campanha começou a tomar forma. O vídeo foi lançado neste domingo, dia em que outro acontecimento envolvendo xingamentos sexistas e ofensas a uma profissional do esporte foi revelado. Desta vez a vítima foi a jornalista Kelly Costa, do SporTV, que também assina o manifesto.

“Somos mulheres e profissionais. Só queremos trabalhar em paz”, diz um trecho do vídeo narrado por algumas das profissionais.  O vídeo lembra também que o silêncio diante de casos de assédio é parte de um mesmo problema. “A omissão também machuca”, diz uma das jornalistas.

Veja alguns dos clubes que compartilharam o manifesto em apoio ao fim do machismo no esporte:

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