Dirigente do Toronto Raptors é barrado por policial e caso gera polêmica

Masai Ujiri, gerente geral da franquia, foi impedido de entrar em quadra para celebrar título mesmo com credenciais

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A noite da última quinta-feira foi de festa em Oakland, na Califórnia. Só que não por parte do Golden State Warriors, time da cidade, e sim pelo Toronto Raptors, que faturou o inédito título da NBA ao vencer os rivais dos Estados Unidos ao somar 4 a 2 na série melhor de sete jogos.

Porém, fora das quadras, um caso acabou gerando grande polêmica e discussão. O gerente geral na equipe canadense Masai Ujiri foi barrado por um policial que fazia a segurança do ginásio ao tentar entrar em quadra para comemorar a conquista junto com seus atletas. Depois de muito insistir, o dirigente só conseguiu adentrar as quatro linhas e participar da festa depois que Kyle Lowry, armador dos Raptors, autorizou sua entrada.

O caso tomou conta dos noticiários e das redes sociais dos Estados Unidos pois a ação do policial teria sido indevida já que Ujiri teria apresentado as credenciais para entrar em quadra após o jogo. É uma tradição na liga que integrantes do escritório e do setor administrativo de equipes da NBA entrem no palco da decisão para celebrar junto com os jogadores.

O caso está sendo visto como racismo por grande parte da internet. Porém, muitos veículos de comunicação acabaram adotando outra versão, dizendo que o dirigente do Toronto Raptors foi quem agrediu o segurança. Contudo, diversos vídeos publicados nas redes sociais mostram a truculência por parte do oficial. Inclusive, este não seria seu primeiro caso envolvendo acusações de preconceito deste tipo.

De acordo com repórteres que cobriram a grande final entre Golden State Warriors e Toronto Raptors, o próprio departamento de polícia da área trata o caso como agressão de Ujiri, e não ao contrário. No vídeo abaixo, é possível ver claramente que é o oficial - visivelmente alterado - quem parte para cima do dirigente (de terno preto). Confira a coletânea abaixo:

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