Após apoio no clássico, torcida do São Paulo faz 'marcha fúnebre'

Cerca de 500 torcedores do time tricolor foram às imediações do Morumbi - sem entrar no estádio - para protestar contra a situação do time

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Três dias após apoiar o time para o clássico contra o Palmeiras, a torcida do São Paulo organizou neste domingo uma "marcha fúnebre" no entorno do estádio do Morumbi, onde o time enfrentou o Red Bull, para protestar contra a má fase da equipe tricolor.  

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Dezenas de torcedores se reuniram nas imediações do estádio para criticar a diretoria, o atual elenco do time e não entraram para assistir à partida. Eles levaram caixões, faixas e cruzes para protestar contra a atual situação do time, que não venceu nenhum clássico este ano e ainda não apresentou o bom futebol prometido. 

Algumas faixas diziam que o clube "estava na UTI" e pediam a saída do presidente do clube, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco. As duas principais torcidas organizadas do São Paulo, a Dragões da Real e a Independente organizaram o protesto, que teve ainda fumaça preta e músicas fúnebres. A estimativa é de que 500 pessoas participaram da ação. 

Também no domingo, o São Paulo oficializou a contratação do treinador uruguaio Diego Aguirre para substituir o técnico Dorival Júnior, demitido após a derrota por 2 a 0 para o Palmeiras. Aguirre, de 52 anos, assinou até dezembro. 

Antes, o treinador comandou o Peñarol em duas ocasiões e ajudou o clube uruguaio a conquistar a competição nacional em 2003 e na temporada 2009/2010. Entre 2011 e 2014, atuou no futebol árabe. Um ano depois, assumiu o Internacional e foi campeão gaúcho em 2015 e semifinalista da Libertadores.

Em 2016, levou o Atlético-MG às quartas de final da Libertadores. Sua equipe mais recente foi o San Lorenzo, da Argentina, onde esteve entre 2016 e 2017. Ele foi demitido em setembro, após eliminação nas quartas do torneio continental.

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