Atletas de rival do Fluminense sofrem furto e têm cartões clonados no Rio

Jogadores foram surpreendidos quando voltaram ao hotel em que estão hospedados

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Pelo menos oito jogadores da Universidad Católica do Equador foram vítimas de furtos e tiveram cartões de crédito clonados no hotel em que estão hospedados na Zona Sul do Rio de Janeiro, onde enfrentam o Fluminense pela Copa Sul-americana. O crime aconteceu na quarta-feira, quando os jogadores voltavam de um treino no estádio do Maracanã, palco do duelo de ida pela segunda fase do torneio, e perceberam que alguns de seus quartos, no hotel Royal Tulip Rio São Conrado, tinham sido invadidos.

"Clonaram os cartões de crédito de até oito jogadores. Com os de débito, não conseguiram", disse em entrevista à Agência Efe o lateral Wilmer Meneses poucas horas antes da partida, que contou que, além de clonar os cartões, também foi furtado dinheiro em espécie de alguns jogadores com cifras que variam de US$ 90 a US$ 300, "que eram para despesas durante a concentração".

De acordo com ele, vários jogadores suspeitam que o furto tenha sido cometido por funcionários do hotel, que fica no bairro de São Conrado. "É um tema complicado, viemos ao país para fazer nossas coisas e acontece isso", acrescentou o lateral.

De acordo com a versão de Meneses, o primeiro a notar o furto foi o meia Matías Defederico, ex-Corinthians, que disse que alguém tinha feito compras de "grande valor" com seu cartão, algo que depois se repetiu com alguns de seus companheiros.

Já o técnico da equipe, Jorge Célico, minimizou o caso. "Temos a tranquilidade de que isso será solucionado. É um detalhe, uma história de viagem. Estamos tranquilos", afirmou o treinador à Efe. 

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