Em retrospectiva, Zidane chora com o pai e se arrepende de cabeçada

Técnico do Real Madrid assistiu a documentário sobre sua carreira

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Um dos técnicos mais vitoriosos das últimas temporadas, Zinedine Zidane foi convocado pelo programa "Téléfoot", da emissora francesa TF1, a assistir e comentar um documentário de curta duração sobre sua carreira no futebol. 

Um dos momentos em que Zizou se mostrou mais sério foi durante a reprise da sua cabeça no zagueiro italiano Marco Materazzi, durante a final da Copa do Mundo de 2006, na Alemanha. Após as imagens, o treinador do Real Madrid se mostrou arrependido do ato. 

 

 

"Não tenho orgulho desse gesto, por todos os jovens, treinadores, voluntários que fazem do futebol uma coisa diferente. Mas isso é parte da minha carreira, da minha vida. É uma daquelas coisas desconfortáveis, mas devemos aceitar, digerir", falou Zidane.  

A cabeçada em Materazzi foi o último ato de Zizou como jogador de futebol, já que se aposentou depois daquele Mundial. Dez anos depois, o zagueiro italiano confirmou ao jornal francês L'Équipe que havia provocado o francês fazendo referências à irmã dele.

Outro ponto que tocou o francês foi a fala de seu pai, Smail, que apareceu declarando seu amor ao filho. Nesta parte, Zidane não conseguiu conter as lágrimas enquanto comentava. 

 

 

"Meu pai é um exemplo para mim. Meu pai e minha mãe sempre nos direcionaram bem para a vida", contou. "Quando você se torna um pai, leva uma carreira profissional e tem uma vida emocional saudável, acho que pode dizer que fez um bom trabalho. Meus pais nos educaram bem e isso não tem preço. Tento educar os meus filhos e fazer o mesmo que meus pais fizeram por mim." 

Smail e sua mulher, Malika, nasceram na Argélia e se mudaram para a França. Além de Zinedine Zidane, o mais novo, o casal possui ainda outros quatro filhos, Majid, Farid, Noureddine e Lila. 

Nesta mesma edição, o "Téléfoot" exibiu uma entrevista exclusiva com Kylian Mbappé. A mais nova contratação do Paris Saint-Germain afirmou que a ida de Neymar ao clube foi apenas um "empurrão" para que ele deixasse o Monaco.

 

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