Entrevistas da Copa do Mundo são 'teatro bizarro e amador', diz jornal

New York Times afirma que as coletivas do Mundial apresentam muitas maneiras de dizer 'absolutamente nada'

"Teatro bizarro e amador": Segundo o jornal americano New York Times, as entrevistas coletivas da Copa do Mundo da Rússia apresentam muitas maneiras de dizer "absolutamente nada", com perguntas repetitivas e jogadores entediados.

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De acordo o jornal americano, "a mídia deveria manter um distanciamento analítico dos assuntos de que trata". "Em um Mundial, onde parece perfeitamente tranquilo para um repórter de algum país usar o uniforme de um clube no estádio; aplaudir quando um técnico entra ou deixa a sala; pedir autógrafos ou selfies", escreve.

O veículo ainda destaca jornalistas brasileiros. Em um dos episódios, um repórter usou o espaço para uma pergunta para dizer que "na sua opinião", o jogador Neymar não deveria ligar para as provocações que estava sofrendo durante a competição.

"Claro, você pode ser do Japão, do Brasil ou da França, mas, na visão purista, um repórter deveria se comportar como um cidadão do mundo do futebol com o propósito de relatar uma partida", afirma o artigo.

No entanto, a publicação faz uma ressalva, dizendo que a culpa pode não ser do despreparo de repórteres e entrevistados. Jogadores e técnicos ficam tensos antes dos jogos e muito cansados após as partidas. 

 

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