Estádio do Palmeiras passa por treino para evitar ataque terrorista

Simulação feita pelo GATE contou com explosivos de verdade e contou com algumas situações

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Com direito a explosivos de verdade, o Allianz Parque foi palco nesta segunda-feira de um treinamento antiterrorismo do Grupo de Ações Táticas Especiais (GATE) da Polícia Militar. Na atividade, foram retratadas três diferentes ações terroristas. 

Na primeira delas, uma pessoa atirava indiscriminadamente nas vítimas na arquibancada da arena. Os policiais, então, invadiam o local e matavam o criminoso. Em seguida, uma simulação com reféns foi feita na parte interna do estádio, nos corredores em que estão localizadas as lanchonetes, onde os policiais imobilizaram o "delinquente".

 

Por último, foi realizada uma vistoria no estádio vazio, em que uma ameaça terrorista era encontrada embaixo de uma cadeira no setor norte e posteriormente detonada por um policial explosivista, que usava traje especial (que pesa cerca de 60 quilos). "O terrorismo é algo presente no mundo, uma preocupação de todos os países. Apesar de não ocorrer frequentemente no Brasil, não é algo impossível de acontecer. Por essa razão, temos que estar sempre preparados para qualquer tipo de ameaça e investimos constantemente em novos sistemas de segurança", explica Eduardo Rigotto, gerente geral do Allianz Parque.

Ao todo, participaram do treinamento cerca de 60 pessoas, sendo 30 delas policiais e todo o armamento usado no treinamento estava adaptado para disparar balas de festim e tinta. Até o fim do ano, o Allianz Parque deve receber ao menos mais 20 grandes eventos, entre jogos do Palmeiras e shows.

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