Ex-Milan, Cutrone reclama do clube: 'os estrangeiros são preferidos aos italianos'

Jovem centroavante acabou se transferindo para o Wolverhampton por falta de espaço no time italiano

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Cutrone foi formado na base do Milan, onde jogou desde os nove até os 19 anos de idade. Na última janela de transferências, no entanto, trocou o time italiano pelo Wolverhampton, da Inglaterra, em busca de mais espaço. Em uma entrevista ao jornal Gazzetta dello Sport, demonstrou ressentimento com as atitudes do clube.

“É sempre a mesma história: os estrangeiros são preferidos em relação à gente (os italianos). Para nós, com 20 e poucos anos, é difícil. Mas, de qualquer forma, eu gostaria de enfatizar uma coisa: sempre serei grato ao Milan pelo que me deram”, declarou o centroavante.

Na segunda metade da temporada 2018-19, Cutrone acabou sendo reserva de Krzysztof Piatek, contratado após fazer 19 gols em 21 jogos no Genoa. Ele manteve a excelente forma no Milan e acabou levando o jovem italiano para o banco e, por fim, fez com que saísse do time rumo ao Campeonato Inglês.

No Wolverhampton, Cutrone ainda não é titular - a dupla de ataque formada por Raúl Jiménez e Diogo Jota está entrosada e produzindo bem. Ainda assim, o jogador foi só elogios ao clube. “Minhas primeiras impressões têm sido excelentes. Fui recebido muito bem e já me adaptei.  Não gostei de viver em um hotel, então encontrei uma casa onde meu melhor amigo tem me feito companhia”, contou.

Se não tem atuado no Campeonato Inglês, Cutrone pelo menos deve ter muitos minutos em campo nas competições paralelas - o Wolverhampton disputa também a Liga Europa, a Copa da Inglaterra e a Copa da Liga Inglesa nesta temporada.

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