Gana, Togo e Hungria: as curiosas nacionalidades da Libertadores 2020

Principal torneio de clubes da América do Sul atrai a presença de jogadores até de outros continentes

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A Copa Libertadores da América começa a fase de grupos nesta terça-feira com a reunião dos principais clubes do continente sul-americano e até mesmo com representantes de outras partes do planeta. Talvez em uma das edições mais globalizadas da história, o torneio terá em campo europeus, africanos e até mesmo jogador nascido nos Estados Unidos. Confira a lista:

Kwaku Bonsu Osei: O ganês de 19 anos chegou ao Caracas, da Venezuela, em janeiro após ser revelado por um clube do seu país e se profissionalizar pelo FK Senica, da Eslováquia.

Emmanuel Adebayor: Estrela do futebol de Togo, o atacante passou por times como Tottenham, Arsenal e Real Madrid até chegar ao Olimpia, do Paraguai. O jogador está com 36 anos.

Krisztián Vadócz: O meia húngaro de 34 anos chegou ao Peñarol indicado pelo técnico Diego Forlán, com quem atuou anos atrás no futebol da Índia e em Hong Kong. Vadócz passou maior parte da carreira no Osasuña, da Espanha.

Johnny: Nascido nos Estados Unidos, o meia tem 18 anos e jogará a competição pelo Inter, clube onde foi revelado nas categorias de base. Ele é filho de brasileiros, mas nasceu em Denville, Nova Jersey, e já foi convocado pela seleção americana sub-23.

Gabriel Torres: O atacante panamenho disputou a última Copa do Mundo com a camisa do seu país e desde o ano passado é um dos jogadores mais importantes do Independiente Del Valle, do Equador.

Juanfran: O lateral espanhol acumulou uma longa carreira no Atlético de Madrid antes de se transferir ao São Paulo no ano passado.

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