International Board declara que tiro de meta inovador do Benfica foi válido

Tentativa de imitar o lance no Campeonato Mineiro sub-20, no entanto, acaba em tiro livre indireto e cartão amarelo

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Órgão responsável pelas regras aplicadas no futebol, o International Board definiu que é válido o tiro de meta inovador feito pelo Benfica durante amistoso contra o Milan no último domingo, no qual o goleiro Vlachodimos levantou a bola com o pé, o zagueiro Rúben Dias devolveu de cabeça e o arqueiro então usou as mãos para lançar para o meio.

"É legal e é exatamente o que queríamos com a alteração recente nas regras, tornar o jogo mais rápido. A regra do goleiro não poder pegar com as mãos após um recuo com o pé foi feita para prevenir o desperdício de tempo e as ações do goleiro nesse exemplo claramente não tinham essa intenção - na verdade, era o oposto, já que ele lançou a bola para iniciar um ataque", respondeu o International Board ao jornalista Leo Bertozzi, da ESPN Brasil.

Reveja o lance, que foi permitido pelo juiz do jogo entre Benfica e Milan a princípio: ele não mandou voltar, mas avisou que mandaria se a ação se repetisse. 

No entanto, uma tentativa de repetir o lance não foi aceita pelo juiz de um jogo no Campeonato Mineiro sub-20. Durante a partida entre América e Atlético, jogadores do time alvinegro faziam o lance novamente, mas o juiz parou, deu tiro livre indireto para o adversário e cartão amarelo para o zagueiro, provavelmente por considerar que foi apenas uma tentativa de burlar a regra.

Teoricamente, o goleiro deveria repor a bola em seis segundos após pegá-la com a mão, mas essa regra do futebol é desrespeitada sem grandes consequências frequentemente. Assim, o novo tiro de meta poderia ser só uma tentativa de atrasar o reinício do jogo, cabendo ao juiz avaliar se a reposição foi válida. Ou seja, o lance segue confuso.

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