Jornais argentinos lamentam derrota: 'uma eliminação entre a pena e o óbvio'

Mbappé, aos 19 anos, brilhou ao balançar a rede duas vezes e ajudou a eliminar Messi e companhia

O primeiro jogo das oitavas de final da Copa do Mundo da Rússia acabou com o sonho argentino de levantar a taça. Inspirado, Mbappé, aos 19 anos, brilhou ao balançar a rede duas vezes e ajudou a eliminar Messi e companhia com a vitória por 4 a 3.

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Os principais jornais do país exaltaram a atuação do francês do Paris Sanit-Germain. É o caso do Olé, que manchetou: “Mbappé nos liquidou”, decretou. "Banega não parou a bola o francês cruzou 60 metros sem que ninguém pudesse detê-lo", escreveram. Depois, uma nova matéria foi feita e o título mudou para “Do sonho ao pesadelo”. 

Na análise de cada um dos jogadores que estiveram em campo, Messi foi perdoado. "Tudo - ou quase tudo - dependia dele. Muita carga contra um time armado e com a hierarquia da França", descreveram. Sobre a atuação de Masquerano: "Ele deixou a seleção lutando como é sua característica essencial", depois falam dele ter chego atrasado em alguns lances e perdido a disputa com Pogba. Ainda assim, culpam o sistema como um todo e não um jogador só. 

O Clarín disse que a "Argentina foi ultrapassada pela França, eliminada e deixou uma imagem triste". Em uma análise individual, o jornal destaca que a eliminação não teve destaques. "O nível coletivo da equipe foi muito baixo. Apenas um ponto acima estão Otamendi, Di Maria e o atacante Aguero".

Já o La Nación preferiu dar destaque ao desempenho dos jogadores argentinos comandados pelo técnico Sampaoli. "Pior atuação desde 2002", decretaram. Naquela ocasião, os hermanos não passaram nem da fase de grupos, quando no último jogo empataram com a Suécia e foram eliminados. 

Na manchete, o portal online pensa no futuro: "uma eliminação entre a pena e o óbvio: com Messi ou sem ele, uma nova era é imposta", analisam. E vão além: "Foi Mbappé o protagonista do filme e não o outro 10 que esteve em campo, aquele que a seleção foi encarregada por anos para disfarçar suas falhas estruturais".

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