Lateral da Suíça admite retranca contra o Brasil: 'vamos jogar por uma bola'

Capitão dos adversários do Brasil considera ser praticamente impossível parar Neymar

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A seleção brasileira vai a campo pela primeira vez na Copa do Mundo da Rússia neste domingo, às 15h, contra a Suíça. Os adversários do Brasil estão ansiosos diante da estreia, é o que conta Ricardo Rodriguez, lateral que atua pelo Milan.

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"Eu também estou nervoso. Eu sempre fui. Não importa se eu jogo no Milan, no Wolfsburg ou em Zurique. Isso faz parte. O nervosismo também é bom. Quando o jogo começa, você tem que deixar ir o nervosismo e ir a todo vapor", afirma.

A fortaleza defensiva talvez seja a principal característica do time suíço. Tanto que, na edição de 2006, eles foram eliminados sem sofrer nenhum gol. Contra o Brasil não vai ser diferente, Rodriguez ressalta a importância de não abrir espaços para finalizações brasileiras.

"Vamos jogar por uma bola. Sabemos que o Brasil é muito forte", conta. "Nós já mostramos que podemos jogar bem contra os grandes times. Temos uma defesa forte. A grande chave é fazer o gol na chance que tivermos. Não teremos muitas chances. Quando tivermos, temos que aproveitar", analisa.

Outro que falou sobre o duelo com a seleção brasileira foi o defensor e capitão Lichtsteiner, que admitiu que será muito complicado parar Neymar por 90 minutos. “Acho que é praticamente impossível neutralizar o Neymar totalmente em 90 minutos. Depois do Ronaldo e do Messi, é o melhor jogador, o mais completo. É impor nossa forma de jogar, nossa força. Usar os laterais como arma. Temos que ser muito coesos como equipe e fechar os espaços”, afirmou.

Ao contrário de seus jogadores, o treinador Vladimir Petkovic não demonstrou tanta preocupação com o ataque brasileiro. "Comecei agora a estudar o Brasil e ainda não falei com meus jogadores sobre isso. Certamente, uma equipe muito boa, que teve um desenvolvimento muito bom nos últimos anos. Joga de um modo mais europeu do que antes, os últimos resultados mostram isso. Acho que merecem o nosso respeito", disse.

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