Não é só Messi: relembre craques que não foram campeões pelas seleções

Jogadores como Zico, Cruyff, Weah, Maldini e Zanetti também não levantaram troféus fora dos clubes

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A seleção argentina caiu nas semifinais da Copa América 2019 para o Brasil e, consequentemente, Messi perdeu mais uma chance de conquistar seu primeiro título pela equipe nacional. Se isso é algo que falta na carreira do argentino, diversos outros craques sul-americanos, europeus e africanos também acabaram sem taças.

Na própria Argentina, como a equipe não conquistou nada de 1993 até hoje, diversos craques acabaram sem nada, como Riquelme, Zanetti, Cambiasso, Mascherano, Verón, Tévez e Sorín.

No Brasil, a geração dos anos 80, embora tivesse grande qualidade técnica, perdeu as Copas do Mundo de 1982 e 1986 de forma dolorida, e, naquela época a seleção verde e amarela não valorizava tanto a Copa América, de forma que jogadores como Zico, Sócrates, Careca, Júnior, Falcão e Roberto Dinamite não levantaram taças com a amarelinha.

Outros jogadores de seleções sul-americanas menores, como Salas, Zamorano e Figueroa, do Chile, Valderrama e Rincón da Colômbia e Chilavert, Arce e Gamarra, do Paraguai, não fizeram parte das gerações que conquistaram os títulos de suas seleções. Hoje, Paolo Guerrero vive situação parecida no Peru, mas pode ser campeão da Copa América 2019.

Na Europa também há exemplos. A Holanda montou boas equipes desde a década de 70, mas exceto os campeões da Eurocopa de 1988, ninguém mais levantou uma taça com a camisa laranja. Essa lista inclui nomes como Cruyff, Neskeens, Bergkamp, Sneijder, Robben, Van der Sar, Frank de Boer e Seedorf.

Situação parecida vive a Inglaterra. Exceto os campeões da Copa do Mundo de 1966, todos os jogadores passaram em branco, e isso incluiu jogadores como Gerrard, Lampard, Beckham, Gary Lineker e Beckham. Espanhóis que jogaram antes da geração bicampeão europeia e campeão da Copa de 2010, como Raúl, Guardiola e Hierro não levantaram uma taça sequer por sua seleção.

Mesmo jogadores de seleções com sala de troféus mais recheadas viveram o problema, como os italianos Baggio, Panuccio, Costacurta e Maldini. Figo e Eusébio não foram campeões por Portugal, assim como Petr Cech, Hagi, Giggs e Stoichkov não fizeram República Checa, Romênia, País de Gales e Bulgária serem campeãs.

Também exemplos de peso no futebol africano: dois dos maiores jogadores da história continente, Drogba não venceu nada pela Costa do Marfim, assim como George Weah pela Libéria. 

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