Nos EUA, final da Copa feminina teve audiência 20% maior que a masculina

Seleção norte-americana foi tetracampeã no Mundial disputado na França

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A edição 2019 do Mundial feminino foi emblemático por seus recordes. Não só transformou Marta na maior artilheira entre homens e mulheres ou a Formiga na jogadora com mais Copas no currículo, mas também foi simbólica por conta do número de telespectadores sintonizados.

Em solo brasileiro, esta foi a primeira edição do evento com todos os jogos do Brasil transmitidos na TV aberta, pela Rede Globo, desde o início do campeonato, em 1991. A derrota do Brasil para a França foi vista por 30,5 milhões de pessoas segundo o Na Telinha, do Uol, juntando os telespectadores da Globo com os da Bandeirantes e SporTV. 

Nos Estados Unidos, a notícia também é animadora: segundo a Fox Sports, detentora dos direitos do torneio nos país, a audiência foi superior à final da Copa do Mundo de 2018, na Rússia.

A final entre a seleção norte-americana e a Holanda atingiu o pico de 20 milhões de telespectadores e superou a marca anterior da partida de futebol mais assistida. O recorde era de 2015, justamente quando a seleção do país vencia o Japão na decisão do Mundial de quatro anos atrás. 

O número é cerca de 20% maior do que o alcançado pela emissora na final da Copa do Mundo de 2018, na Rússia, entre França e Croácia. Na final masculina, 11,3 milhões de telespectadores assistiram a vitória dos franceses, enquanto 14,3 milhões de pessoas ficaram sintonizadas na decisão do último domingo.

Vale lembrar algo que influencia nesses valores: a seleção norte-americana de futebol feminino é muito mais forte do que a masculina, que sequer conseguiram a classificação para a última edição da competição. Entre as mulheres, os EUA são os maiores vencedores - se tornaram tetracampeãs neste ano.

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