Pelado em uma banheira, Iniesta dá entrevista a jornalista espanhol

Meia de 34 anos comenta sua adaptação ao Japão e dificuldades com a depressão

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Andrés Iniesta está se acostumando com sua nova vida atuando pelo Vissel Kobe, do Japão. Nesta adaptação, o meia de 34 anos deu uma entrevista bastante intimista ao jornalista Jesús Calleja, do canal espanhol Cuatro. Em um dos momentos, inclusive, conversaram completamente nus.

"Você não pode ver, mas estamos pelados", garantiu Calleja ao entrar na água, onde conversaram sobre sua atual vida no Japão e seu tempo no Barça. Questionado se o futebol já o havia feito chorar por algum motivo, Iniesta voltou a comentar sobre a depressão vivida em 2010, antes da Copa do Mundo.

"A razão não sei qual foi, mas entrei numa, digamos, depressão, que me deixou muito mal. Precisei de ajuda psicológica. Ter tudo não garante a felicidade, me sentia vazio. Tínhamos acabado de ganhar o Triplete, tínhamos tudo, inclusive o Mundial", analisa o espanhol.

Em 2009, o Barcelona entrou para a história ao vencer as seis competições que disputou: Campeonato Espanhol, Copa do Rei, Supercopa da Espanha, Supercopa da Europa, Liga dos Campeões da Uefa e Mundial de Clubes. 

Em 2010, saiu de seus pés o gol que culminou com o título espanhol na Copa na África do Sul, conquistado na vitória por 1 a 0 sobre a Holanda. "A Copa do Mundo, além do gol, me deu a vida", lembrou Iniesta na entrevista que foi seguida por 1,5 milhão de telespectadores.

Outros assuntos também são tratados nos diferentes quadros da mesma entrevista. Iniesta confessa que conheceu sua mulher quando ela ainda tinha um parceiro. Por isso, depois do primeiro encontro com Anna em uma festa na qual ela trabalhou de garçonete, precisou usar suas "artimanhas" para conquistá-la.

Ainda, o atleta abriu sua casa e mostrou itens curiosos, como um vaso sanitario que tem botões e, ao abrir a porta do banheiro, faz com que a tampa levante automaticamente. Sobre os japoneses, Iniesta desmente o mito de que eles são uma população estressada. "Não há barulho, não há alvoroço", analisa. 

 

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