Salah perdoou ladrão, deu dinheiro e o ajudou na busca por emprego

Algumas das histórias da generosidade do egípcio conhecido em sua cidade natal como "fabricante de felicidade"

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O jogador do Liverpool, Mohamed Salah, não esqueceu suas raízes e propôs melhorar a vida de seus compatriotas. Aos 25 anos de idade, o egípcio vive o melhor momento de sua carreira: só nesta temporada foram 48 gols e 14 assistências nos 55 jogos que atuou pelo Liverpool e Egito.

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Não é só a ótima fase que faz ele ser tratado como "Rei" no Egito, mas também as histórias de extrema bondade e empatia com os outros. Durante a partida em que o jogador marcou o gol que colocou o Egito na Copa do Mundo da Rússia, sua família foi roubada. 

Ao invés de denunciar o ladrão, Salah o convidou para ir a sua casa. Suas intenções? Anunciar que não só o perdoava, mas também ajudá-lo com dinheiro e na procura por um emprego. 

Salah dedicou sua infância à tentativa de se tornar um jogador profissional. O egípcio chegou a largar os estudos para viajar cerca de 9 horas por dia para conseguir treinar no Cairo. Nascido no vilarejo de Nagrig, até hoje o jogador propõe inúmeras formas de ajudar os moradores locais.

A construção de um hospital e uma escola são alguns dos projetos solidários encabeçados por Salah. Foi ele quem comprou a primeira ambulância para a área e é ele quem envia mensalmente mais de R$ 16 mil para ajudar as famílias mais necessitadas. Doou, também, mais de R$ 2 milhões para um hospital de crianças com câncer conseguir abastecer o estoque de medicamentos. 

Até comprar presente para os as pessoas que se casam ele compra. Também veio do bolso dele o dinheiro para um equipamento médico que atende mais de 50 pessoas por dia, além dos quase R$ 1 milhão destinado ao Banco Central do Egito, na tentativa de combater a alta desvalorização da moeda local. Talvez por isso ele seja conhecido em sua cidade natal como "fabricante de felicidade".

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