Devido a sanções, iranianos e sírios não conseguem jogar League of Legends

Riot Games, desenvolvedora do game, cumpre novas regras estipuladas pelo governo Trump

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A disputa entre Estados Unidos e Irã que se desenrolou nos últimos dias chegou até mesmo ao mundo dos eSports. O game online League of Legends se tornou inacessível a usuários iranianos e sírios por sanções aplicadas aos países pelo governo norte-americano de Donald Trump.

Ao tentar logar no jogo, o usuário desses países via uma mensagem afirmando que, devido às leis americanas, não seria possível que eles acessassem. O League of Legends é gratuito, mas conta com microtransações dentro do jogo, e as sanções não permitem que cidadãos dos Estados Unidos façam negócios com iranianos, podendo sofrer punições.

"Como uma empresa com sede nos Estados Unidos, a Riot Games deve cumprir as sanções impostas pelo governo norte-americano. Em caso de mudanças futuras, os jogadores desses países serão bem-vindos de volta ao Rift", informou a Riot Games, desenvolvedora do League of Legends, ao site TechTudo.

Na última quinta-feira (20/06), o Irã derrubou um drone dos Estados Unidos, alegando que o equipamento estava em missão de espionagem - os americanos afirmam que o objeto estava em águas internacionais. O presidente Donald Trump chegou a ordenar um ataque aéreo contra alvos iranianos, mas depois suspendeu a execução quando ele já estava prestes a ser realizado. O governo sírio de Bashar Al-Assad é apoiado pelo Irã, razão pela qual as sanções acabaram se estendendo ao outro país.

Apesar da situação, alguns jogadores ainda conseguem acessar o League of Legends através de VPN's, redes virtuais privadas que permitem passar por bloqueios ao conectar dispositivos.

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