Jogadores de League of Legends passam a ter registro profissional

Antes da medida, os cyber-atletas possuíam apenas contratos de patrocínio ou de prestação de serviços

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O mercado de games acaba de ganhar mais uma novidade para quem sonha em se tornar um atleta de esportes eletrônicos. Depois de um acordo firmado entre a Associação Brasileira de Clubes de e-Sports e a Riot Games Brasil, todos os profissionais que disputam o Campeonato Brasileiro de League of Legends passarão a ter registro na carteira profissional de trabalho e, assim como jogadores de futebol, seguirão as diretrizes da Lei Pelé.

"A ABCDE foi criada com a ideia de sempre buscar mais profissionalização para os clubes e atletas e, consequentemente, para o nosso esporte. Um dos objetivos desde a nossa criação era o registro em carteira para todos os cyber-atletas da primeira divisão de League of Legends. Alinhamos com a Riot, que também compactuava da mesma ideia, e definimos que começaríamos esse processo a partir deste ano", explicou Carlos "Fury" Júnior, presidente da associação e diretor do CNB e-Sports Club, empresa que acabou de ser adquirida por Ronaldo Fenômeno.

Até hoje, os atletas que representavam as equipes em torneios possuíam apenas contratos de patrocínio ou de prestação de serviços, sem configurar um vínculo empregatício.

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