Fenômeno do rúgbi não exibirá patrocinador por motivos religiosos

Neozelandês Sonny Bill Williams foi autorizado a não exibir o patrocínio de uma casa de apostas

Relacionadas

O fenômeno do rúgbi neozelandês Sonny Bill Williams foi autorizado nesta sexta-feira a não exibir em sua camisa o patrocinador da Super League de rúgbi a XIII, uma casa de apostas, por ir contra suas crenças religiosas.

Williams, que se converteu ao islamismo em 2009, foi contratado recentemente pela nova franquia canadense de Toronto. Em 2017, o jogador já havia sido autorizado, quando ainda atuava na equipe de rúgbi a XV do Auckland Blues, a tapar a logo de um banco neozelandês em sua camisa.

O contrato do jogador de rúgbi de 34 anos em Toronto contém uma "cláusula de consciência" que lhe permite não estampar logos de bancos, fabricantes de álcool ou casas de apostas. "A questão foi resolvida de maneira satisfatória. A Betfred (casa de apostas) reagiu da melhor maneira para todos os envolvidos", informou Robert Elstone, presidente da Super League.

"Sonny é uma pessoa fantástica, que atrai a atenção para nosso campeonato. É um bom exemplo de como uma marca como a dele pode ajudar uma liga", explicou.

Após estrear no rúgbi a XIII, Sonny Bill Williams passou à modalidade a XV em 2008 e fez parte dos All Blacks, a seleção neozelandesa que conquistou a Copa do Mundo em 2011 e 2015.

Na franquia de Toronto, que disputará nesta temporada pela primeira vez a Super League, Williams tem previsão de estreia em 2 de fevereiro contra o Castleford. /Com informações da agência Reuters

MAIS SOBRE:

rúgbi
Comentários