Ídolos, Luxemburgo e Felipão são preteridos para o comando do Palmeiras

Treinadores veteranos, renomados e desempregados não têm mais espaço no Alviverde

Dois treinadores veteranos, renomados e desempregados não têm mais espaço no comando do time do Palmeiras. Luxemburgo e Felipão nem tiveram seus nomes citados para 2018. A diretoria alviverde preferiu Roger Machado.

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Felipão está sem clube após o término de seu contrato no futebol chinês e não demonstra motivação de voltar a trabalhar no País, após a trágica Copa do Mundo de 2014. 

Luxemburgo, ao contrário, tem planos para morar em São Paulo, após curta passagem pelo Sport. Ele foi demitido depois da derrota do time pernambucano na Liga Sul-Americana no primeiro jogo das quartas de final para o Junior Barranquilla. 

Luxemburgo e Felipão marcaram suas carreiras com grandes trabalhos no Palestra Itália, mas também passaram por momentos de crise.

Luxemburgo foi o comandante da história conquista do Paulista de 1993, após 16 anos de jejum de títulos, o Brasileiro e o Rio-São Paulo. Ele repetiu a dose no Estadual e no Nacional do ano seguinte. Saiu em 1995 e retornou em 1996 para ser campeão paulista mais uma vez, com o time que marcou mais de 100 gols. Foi vice da Copa do Brasil. Em 2002, dirigiu em algumas partidas o time que caiu para a Série B. Voltou ao clube em 2008 e festejou outro Paulista.

Felipão chegou ao Palmeiras em 1997 e logo ficou com o segundo lugar no Brasileiro. No ano seguinte, foi campeão da Copa do Brasil e ganhou também a Mercosul.

Em 1999, conquistou a sonhada Libertadores, mas perdeu o Mundial para o Manchester United. Em 2000,  perdeu para o Boca a Libertadores. Voltou em 2010. Em 2012, ergueu a taça da Copa do Brasil de forma invicta, mas deixou o time antes de um novo rebaixamento para a segunda divisão nacional.

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