Ventos e gelo ameaçam competidores de regata de volta ao mundo

Etapa da Volvo Ocean Race vai da África do Sul até a Austrália e deve ter ondas de 13 metros

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A terceira etapa da Volvo Ocean Race (regata de volta ao mundo) - o percurso entre a Cidade do Cabo e Melbourne - já começa a assustar os tripulantes dos sete times inscritos na competição. Ondas de 13 metros e ventos de 60 nós (110 km/h) são esperados nas próximas horas nos mares do sul.

A etapa, que saiu da África do Sul no último domingo, deve durar cerca de 15 dias, e vai exigir muito dos navegadores. Ou eles assumem o risco de andar rápido mais próximo do gelo do sul ou encarar as tempestades. Segundo a direção da prova, a organização da Volvo Ocean Race mantém uma "zona de exclusão virtual" para manter a flotilha a uma distância segura do gelo da Antártica.

Nenhum dos sete barcos disparou na ponta. Os líderes do campeonato MAPFRE e Dongfeng Race Team estão mais próximos ao sul. Com eles estão team AkzoNobel - da campeã olímpica Martine Grael - e Team Brunel. Mais ao norte estão Team Sun Hung Kai / Scallywag, Vestas 11th Hour Racing e Turn the Tide on Plastic. 

"Há um certo risco de estar mais ao sul e também diretamente na frente da tempestade", explicou Simon Fisher, navegador do Vestas. "Será um par de dias interessantes", acrescentou. "Vem a dúvida de velejar na tempestade ou navegar em um lugar seguro, cuidar do barco e não se colocar em um lugar onde você possa ser atropelado pela tempestade".

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