Família Gracie é reconhecida como Patrimônio Cultural do Rio de Janeiro

Vereadores consideraram família como importante na história mundial do esporte

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A importância da Família Gracie para as artes marciais nunca foi questionada. Agora com o decreto da Câmara Municipal do Rio de Janeiro, feito pelo vereador Felipe Michel a linhagem do Jiu-Jitsu foi reconhecida como Patrimônio Cultural de Natureza Imaterial da “Cidade Maravilhosa”.

Com a lei sancionada, os políticos reconhecem a importância do Jiu-Jitsu adaptado por Carlos e Hélio Gracie no Rio de Janeiro. A arte suave foi difundida pela Academia Gracie da Avenida Rio Branco na capital carioca. O local recebeu pessoas comuns e membros importantes da alta sociedade que aprendiam sobre o estilo de vida da família.

Segundo o decreto, O Poder Executivo, através de seus órgãos competentes, apoiará as iniciativas que visem à sua valorização e divulgação, bem como suas competições na cidade do Rio de Janeiro”.

 

Justificativa apresentada pelo vereador Felipe Michel:

“A Família Gracie possui uma fundamental importância na história do esporte Mundial. Os mesmos criaram o Gracie Jiu-Jitsu, hoje também conhecido como Jiu-Jitsu Brasileiro, isto porque adaptaram a técnica japonesa original de modo que pessoas menores e mais frágeis dominassem adversários fisicamente superiores.

Toda a ascensão da Família Gracie teve seu ponto alto no Rio de Janeiro, quando Carlos Gracie fundou aqui sua academia em que surgiu o grande expoente Hélio Gracie, que inclusive desafiou a academia japonesa, surpreendendo todo o mundo com o primor da técnica demonstrada.

Depois de Hélio o legado Gracie é imenso, com conquistas e afirmação de um estilo único. Entre as conquistas está o fato de que a mesma foi quem criou o UFC – Ultimate Fight Championship, maior evento de lutas da história, que ainda faz um sucesso absurdo.

Como forma de reconhecimento e agradecimento à Família por dar ao Rio de Janeiro essa importância de ser o local escolhido para aprimoramento de uma arte marcial histórica, nada mais justo do que determinar a mesma como patrimônio imaterial.”

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