Jon Jones admite que teria deixado o UFC se suspensão fosse de quatro anos

Lutador garantiu que teria pedido para ser liberado de seu contrato com a franquia para poder lutar fora da jurisdição da USADA

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Jon Jones nocauteou Daniel Cormier na luta principal do UFC 214 em 29 de julho de 2017. Entretanto, lutador foi flagrado no exame antidoping realizado às véspera da luta e o resultado foi revertido para um no contest. O teste revelou o uso de esteroide para aumento de massa muscular. Com um atraso de 14 meses, a Agência Antidoping dos Estados Unidos (USADA) anunciou que o ex-campeão dos meio pesados receberia uma suspensão de 15 meses.

Com uma suspensão retroativa, Jon foi liberado para retornar ao octógono no dia 28 de outubro. Às vésperas de seu regresso ao Ultimate, Jones admitiu que teria deixado o UFC se a suspensão  da USADA fosse de quatro anos.

"Eu estava enfrentando uma suspensão de quatro anos e foi isso. Provavelmente teria conversado com o UFC sobre sair do meu contrato e lutar no exterior. Eu sinto que muitas organizações ficariam felizes em me ter. Eu acho que eles me pagaram muito bem. Definitivamente, não é o dinheiro que eu recebo no UFC, mas eu sentia que, para onde eu mudaria, eu seria uma das prioridades deles e seria bem tratado", contou o ex-campeão dos meio-pesados em entrevista ao canal norte-americano ESPN.

Jon Jones já foi flagrado três vezes em exames antidoping por uso de cocaína e esteroides. Além disso, ele também causou um acidente de trânsito envolvendo três veículos, onde deixou ferida uma mulher grávida que dirigia um dos carros.

Em seu retorno, Jones enfrenta Alexander Gustafsson em uma revanche no UFC 232, dia 29 de dezembro em Las Vegas.

 

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