Lutador apaga em combate e equipe invade octógono para bater em adversário; veja

Caio Paturi foi vítima de uma guilhotina de seu rival e juiz não parou a luta

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Por pouco uma tragédia não aconteceu no MMA brasileiro. No último sábado, durante o CFC Fight Combat, em Capanema, no Pará, Silmar Sombra acertou uma guilhotina em Caio Paturi, que simplesmente apagou com o golpe. Sem que o juiz interrompesse o combate, a equipe de Caio invadiu octógono e partiu para cima de Sombra, para que ele soltasse seu adversário e evitasse o pior.

As imagens, que estão circulando nas redes sociais impressionam e até mesmo fizeram com que Sombra se explicasse. "Esse fato aconteceu no segundo round, eu peguei na guilhotina, mas ele não quis bater. Quando a gente pega em uma chave, se não bater, quebra um braço, uma perna ou tem uma lesão feia. No caso do estrangulamento, pode até ocasionar morte, dependendo de quem está lutando e quem está vendo o combate. Eu vi que ele estava inconsciente, avisei ao árbitro cinco vezes, mas, quando eu fui largar, chegou o "Tigrão", irmão do Paturi, e desferiu vários socos na minha cara. Entrou um outro pessoal da organização e foi quando subi no Paturi, abri a boca dele e tirei o protetor, tentando reanimar", explicou o atleta ao canal "tvmmapara", dizendo que tentou fazer os primeiros socorros em seu adversário.

"O vídeo é cortado, mas, depois, quando eu estava tentando ajudar o Paturi, o irmão dele volta e me agride com um chute. Eu venci, mas só consegui pegar o cinturão no dia seguinte, porque a equipe do meu adversário não queria me dar. A organização me pediu desculpa, falaram para eu ir na delegacia fazer um boletim de ocorrência, mas eu não quero aumentar isso mais do que já está", concluiu.

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