Não foi overdose: IML aponta que lutador morreu em decorrência de nocaute

Mateus Fernandes foi nocauteado, se sentiu mal e veio a óbito após a luta

 M. Fernandes (foto) não faleceu em decorrência de overdose. Foto: Facebook/Arquivo Pessoal

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Reviravolta no caso que envolve morte do lutador Mateus Fernandes. O atleta de 20 anos morreu horas depois de ser nocauteado em um evento de MMA amador em Manaus. Em um primeiro momento, cogitou-se a hipótese de overdose. A informação, porém, foi descartada após o resultado do exame toxicológico divulgado nesta quinta-feira pelo IML local. 

Segundo o IML, o laudo toxicológico comprovou que não havia drogas no organismo de Mateus. O exame foi solicitado pelo 1º Distrito Integrado de Polícia (DIP) no dia 31 de março.

O real motivo do óbito do atleta foi uma lesão crânio encefálica, resultante de um golpe forte recebido pelo atleta na cabeça. A informação foi divulgada pelo Departamento de Polícia Técnico-Científica (DPTC) do IML.

Em um primeiro momento, foi cogitada a hipótese de Mateus ter sofrido uma overdose causada pela ingestão de drogas em um período próximo à realização da luta. Segundo pessoas próximas ao lutador, ele era dependente químico e poderia ter realizado o consumo de alguma substância danosa ao organismo.

O lutador participava de um evento de MMA amador quando foi nocauteado no terceiro round pelo seu oponente. Após cair no chão, Mateus tentou se levantar, mas se sentiu mal após alguns segundos. O atleta, então, permaneceu deitado e recebeu os primeiros socorros no próprio local.  

Mateus foi levado de carro ao hospital, mas veio a óbito após sofrer quatro paradas cardíacas. O jovem fazia parte de um projeto social chamado ‘Formando Campeões’, que ajuda dependentes químicos a se afastarem das drogas, usando a luta como peça fundamental e motivadora.

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