Após anúncio e choro de Murray, Nadal e Del Potro prestam homenagens

Tenista revelou durante coletiva que pretende se aposentar ainda neste ano

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Na última quinta-feira os torcedores de tênis foram tomados pela surpreendente notícia de que Andy Murray vai se aposentar das quadras. Em uma entrevista coletiva, tenista foi às lágrimas ao comentar que pretende parar após o torneio de Wimbledon por conta de sua lesão no quadril, operada em janeiro de 2018 mas que ainda não foi curada.

"Eu preciso de um ponto final, porque estou jogando sem a menor ideia de quando a dor vai parar. Tomei essa decisão e acho que posso chegar até Wimbledon. É lá que eu gostaria de parar de jogar, mas não estou certo de que sou capaz de fazer isso", comentou.

A notícia fez inúmeras declarações de apoio ao ex-número 1 do mundo tomarem as redes sociais. Entre elas está uma postagem de Rafael Nadal. O espanhol nunca enfrentou Murray em uma final, mas ele disse no Instagram: "Você não sabe o quanto vamos sentir sua falta. Você é um exemplo de um grande atleta e pessoa".

Outro grande rival de Murray dentro das quatro linhas, Del Potro, também se manifestou em seu perfil no Twitter. "Por favor, não pare de tentar. Continue lutando. Posso imaginar sua dor e tristeza. Eu espero que você possa superar isso. Você merece se aposentar em seus próprios termos, quando quer que isso aconteça. Nós amamos você e queremos ver você feliz e indo bem", postou o argentino.

 O britânico, que possui três títulos de Grand Slam, admitiu que por conta das constantes dores pode parar após o fim da sua participação no Aberto da Austrália. Murray está previsto para estrear no torneio em que foi vice-campeão cinco vezes, contra o espanhol Roberto Bautista Agut, o 22º colocado no ranking da ATP.

Aos 31 anos, Murray soma 45 títulos da ATP na sua carreira profissional, com 663 vitórias e 190 derrotas. O britânico foi campeão de Wimbledon em 2013 e 2016, além do US Open em 2012. Ele também é o atual bicampeão olímpico do evento de simples do tênis.

 

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