Ex-presidente do Palmeiras é zoado após capotagem no rali: 'Vai, Corinthians'

Paulo Nobre sofreu um acidente grave durante prova, mas não se feriu

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Um dos assuntos mais comentados do final de semana foi o acidente em que se envolveu Paulo Nobre, ex-presidente do Palmeiras, durante uma prova de rali no interior do Rio Grande do Sul. Apesar de não ter se machucado, o antigo dirigente não escapou ileso do local, segundo garantiu Gabriel Morales, parceiro de Nobre no rali.

"Quando saímos do carro, o pessoal começou a dar uma zoada. Gritaram "Vai, Corinthians". O mais importante é que está tudo bem. O pior que sou corintiano, mas nada fanático", disse ele, em entrevista ao globoesporte.com. Segundo Gabriel, o acidente foi causado por causa de um erro em uma curva: "Estamos em processo de adaptação. Em uma curva jogamos um pouco errado, no levantamento, e saltamos um pouco demais. Ele que estava no volante. Está tudo tranquilo. Estamos bem. O carro é muito seguro, temos todos equipamentos de segurança. Foi só o susto. A imagem é impressionante mesmo", completou.

No domingo, Paulo Nobre, em entrevista à TV Gazeta, já havia comentado a repercussão da capotagem a a mais de 200 km/h. "Eu já sofri mais de dez ou 12 acidentes assim mais feios. Eu diria que cinco, pelo menos, foram iguais ao de hoje (domingo). Só que antes eu não era conhecido, eu era só o Paulo Nobre", disse o dirigente, que não se feriu no acidente.

Nobre presidiu o Palmeiras durante quatro anos e deixou o cargo em dezembro para Maurício Galiotte. Desde então, o ex-dirigente se afastou do clube e tem voltado a se dedicar ao antigo hobby de correr de rali. "Hoje sou ex-presidente do Palmeiras, por isso está dando toda essa repercussão. Engraçado é que talvez por causa disso o rali passe a ser conhecido no Brasil. Está tudo super tranquilo, não foi o primeiro e infelizmente não vai ser o último acidente", afirmou.

Mesmo após o susto, Nobre garantiu que não vai parar de pilotar. "Quando se anda a mais de 200 km/h na terra, qualquer erro neste tipo de carro que a gente anda é inevitável. A gente passou praticamente 170 metros capotando. Acabou, batemos a mão no cinto, tiramos o cinto e saímos do carro. Simples assim. Obrigado pela preocupação e bola para a frente. Estou de volta ao rali e com o Palmeiras sempre no coração", comentou.

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