Campeonato só pra mulheres que daria acesso à F1 está em estudo na Europa

Caterogia teria seis provas por ano e daria como prêmio a oportunidade de a vencedora fazer um teste na Formula 1

Um campeonato de automobilismo exclusivo para mulheres, que daria como prêmio a oportunidade de um teste na Formula 1. A proposta, de acordo com documentos vazados nesta semana, estaria em estudo entre patrocinadores para início a partir de 2019.

Seriam seis corridas por temporada: cinco na Europa e uma nos Estados Unidos e os recursos para o início da nova categoria viriam de empresas inglesas - com alguns canais de televisão já tendo demonstrado interesse na transmissão. Um dos apoiadores do projeto, de acordo com a ESPN Brasil, seria o ex-piloto espanhol Feliz Porteiro, que correu com Lewis Hamilton na GP2.

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Bernie Ecclestone, ex-diretor executivo da Fórmula 1, chegou a declarar que "isso não deveria ser levado a sério"

Cinco mulheres já disputaram provas na F1, desde a criação da categoria, em 1950: as italianas Maria Teresa de Filippis, Lella Lombardi e Giovanna Amati (essa a última a disputar provas, na temporada de 1992, antes de ser substituída por Damon Hill); a britânica Divina Galica e a sul-africana Desiré Wilson.

Neste ano, na F3 inglesa, quem chamou a atenção é a britânica Jamie Chadwick, de apenas 19 anos. Ela ficou em nono lugar na temporada (entre 23 pilotos) e planeja fazer testes na Formula 1. 

Apesar das dificuldades de se criar um projeto dessa magnitude do zero, os organizadores sonham em transformar o campeonato feminino como a segunda força do automobilismo mundial, apenas atrás da F1.

 

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